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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Ilusão Mental


Eu realmente não aguento mais, é muita dificuldade para uma pessoa só, é muito problema para uma cabeça só, é muita coisa pra lidar, tenho que acordar cedo e encarar o ônibus lotado, cheio de gente e de medo de um possível assalto, mas aqui estou eu, estou aqui pra estudar, faça chuva ou sol, não importa quantas noites eu precise ficar sem dormir, quantos dias que eu não vou comer direito pra chegar cedo, quantos trabalhos sem sentido eu vou ter que fazer, no fim de tudo, eu vou passar pelo ensino médio e vou passar no ENEM, e por falar nisso, eu preciso estudar pra esse tal de ENEM que todo mundo fala, já que se eu passar, eu entro numa faculdade e de lá eu arrumo um trabalho, mas será que agora eu não estou trabalhando?


Trabalho é uma palavra com várias vertentes, já que aqui no ensino médio eu também tenho MUITO trabalho, só que não recebo nenhum agrado no fim do mês, nem uns parabéns, nem mesmo um sorriso, é basicamente escravidão com uma farda e uns livros grátis, então por que eu devo me animar? Para que eu devo me esforçar? No final das contas isso não importa porque eu posso muito bem me dar mal de todo jeito e ninguém vai me dar um dez pelo meu esforço e por todo o desgaste mental que eu passei para chegar aqui, porque as pessoas ligam para resultados, não importa o que você fez para conseguir. A escola pode atropelar seus sentimentos, sua saúde mental, te fazendo sentir impotente, fraco, sem forças e esmagado perante uma instituição de ensino.


As vezes eu só gosto de sentar e refletir, e de reflexões, eu preciso, necessito de soluções para a minha vida. R$ 1,000,000,00 pro cavalheiro ou pra dama que me indicar uma solução fácil e rápida ou talvez não, primeiro porque eu não tenho um milhão, e segundo porque não é assim que a vida funciona, eu tenho que encarar meus problemas de frente e de cabeça levantada, e por mais que as vezes falte vontade e força, é desse jeito que tem que ser, afinal ninguém sente a minha dor, nesse mundo eu estou sozinho.  


Mas querem saber, agora eu percebi uma coisa: Eu estou reclamando sem motivo, o fato é que a agonia e o desespero me iludiram, por um momento eu achei que estava sozinho sendo que eu não estou. Eu tenho uma família de gente que me ama e está do meu lado, sem contar os meus amigos, que vão acompanhar e me apoiar também, e mesmo que nenhum deles viva a minha vida e resolva diretamente os problemas, eles vão fazer o possível para me ajudar com conselhos ou até com ombro amigo para chorar.   


E agora que eu me sinto bem de novo, eu sei que eu posso seguir em frente e levantar a cabeça sem medo de ser feliz, eu descobri a chave para superar a ilusão mental, posso tirar essas roupas escuras e tristes e vestir algo mais alegre, eu tenho minha autoconfiança de novo, eu sei que eu posso fazer tudo, mas não faço sozinho, eu não preciso mais carregar o peso do mundo nos meus ombros, eu sou adorado, e que isso fique com mensagem pra vocês, se você se sentir desmotivado, sozinho e triste, lembra que sempre tem gente do seu lado, e não importa a situação que você está envolvido, você tem um estoque extra de força pra vencer tudo.

domingo, 6 de maio de 2018

5 Canais de YouTube que você devia conhecer (Parte 2)

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O YouTube brasileiro passa por uma fase complicada em questão de conteúdo, hoje em dia vemos como uma coisa normal pessoas tomando banho de nutella, brincando com amoeba e várias coisas inúteis, mas o objetivo do post não é criticar esse tipo de coisa (afinal é um tópico que até os jornais estão batendo ultimamente, mas como nenhuma reclamação vai impedir ou mudar a realidade, é melhor seguirmos em frente) o post tem como objetivo de oferecer opções novas de entretenimento, sem nutella, e com algo criativo a oferecer. Já que faz dois anos que fiz essa lista (aqui) vamos aos canais que você precisa conhecer. 2° parte.   

1- GebirgeBR  


Como vocês podem ver, é um canal de gameplays, mas não é um canal comum, já que nunca vi um canal de gameplay tão divertido e tão produzido como esse. Sério, o Gebirge é demais, ele joga os games antigos do Nintendo, faz lives, detonados super bem explicados e cheios de detalhes que você não pega ou não sabe quando joga na primeira vez, sem dúvida um dos melhores gamers que você vai encontrar no "mercado" do YouTube. ele tem menos de 20.000 inscritos e está postando desde meados de 2012/2013.  

2- Mais cinco minutos  


Ultimamente vemos canais usando o futebol como tema, mas esse pessoal (por causa do Desimpedidos) costuma mais focar no lado humorístico do esporte, a brincadeira, a zoeira da torcida e tal, e por mais que isso seja legal, sempre é bom olhar uma coisa mais séria também, por isso, eu recomendo o canal Mais cinco minutos.  

O canal traz uma abordagem mais jornalística para o futebol, descrevendo times notáveis, uniformes que marcaram, jogadores, campeonatos, discussões contemporâneas do futebol mundial, podemos dizer que o canal além de jornalístico, também foca na questão da nostalgia. O canal tem pouco mais de 27.000 inscritos e posta conteúdo desde 2015.  

3- Nikateen 

 

Esse é o único canal da lista que não é brasileiro, mas que também vale super a pena, mais um canal que fala sobre videogames, mas que não necessariamente não tem gameplays envolvidas, o Nikateen é um canal de reviews de jogos antigos e novos, e esses jogos variam de jogos de corrida, luta e etc. O canal tem quase 20.000 inscritos e posta mais ou menos desde 2011/2012.  

2- Botequim GP  
 


Brasileiro além de gostar de futebol, também gosta (ou gostava) da Fórmula 1, e é isso que o Botequim GP aposta para criar conteúdo, seja falando sobre temporadas antigos, pilotos, assuntos polêmicos de hoje em dia, o canal mostra ser bastante promissor, com uma pegada bastante parecida com o Mais cinco minutos citado acima. O canal tem quase 4 mil inscritos e posta de 2015 pra cá. 

1- Fábio Marckezini   
 


Um dos canais que mais acompanho desses acima, seja pelo tédio ou pelo conteúdo apresentado, esse canal foca em apenas uma única coisa: Nostalgia na TV, o que é sempre uma bela combinação.  

O Fábio posta no YouTube programas de seu acervo, coisas antigas que ele acha pela internet, tudo que nos faça lembrar de um tempo mais simples na TV, de 10 há uns 20, 15 anos atrás, o que é maravilhoso para mim, que não lembro/não era nascido na época. O canal tem 12.000 inscritos e existe desde de 2013.   

Esses são o canais de hoje, e agora eu vou pedir uma coisa engraçada pra vocês, se por acaso você ver um desses canais, comente "o Coisa Minha me trouxe aqui", porque já que são canais pequenos, com certeza eles lerão os comentários e poderão até visitar o blog. 
 

   

domingo, 1 de abril de 2018

A minha experiência reassistindo a primeira temporada de Pokémon

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Há algumas semanas atrás, eu estava de férias (inclusive, saudades férias, bem que poderiam voltar de novo) e encontrei na Netflix a primeira temporada de Pokémon e comecei a assistir despretensiosamente, já que o que eu estava esperando era uma ótima experiência, com leves toques de nostalgia (já que faz 10 anos esse ano que comecei a me interessar de verdade pelo desenho) mas não foi bem isso que aconteceu, o que era pra ser uma coisa simples, acabou virando uma experiência diferente e que eu tinha que contar aqui.  

Quando você assiste certo desenho, não há muito o que se esperar, tipo, se você assiste Pica Pau, você sabe que você vai rir, não importa quantos anos você tenha, e essa era a ideia que eu tinha com Pokémon, mas eu tive uma ideia diferente, e eu não sei se teve a ver que eu fiquei mais maduro ou se eu só fiquei chato mesmo, eu só sei que assistir o desenho que antes era uma experiência leve e divertida virou algo complicado e difícil de engolir, até meio desgastante assistir um dos meus desenhos favoritos.     

Eu não sei se vocês perceberam, mas eu diria que Pokémon está no mesmo nível de Tom e Jerry e Power Rangers no quesito enredo, porque pelo menos 70% dos episódios se desenrolam do mesmo jeito: Ash, Misty e Brock estão indo pra uma cidade aleatória, então Ash esbarra com um treinador qualquer ou um líder de ginásio que é muito melhor que ele, então eles lutam e o Ash toma um sacode porque ele é o pior treinador de todos, então não acredita na ruindade dele e pede uma revanche ao tal cara que deu uma surra nele depois do Ash aprender todas as estratégias pra vencer, então a luta fica mais competitiva, mas mesmo assim, o Ash não tem chance de ganhar, mas então acontece alguma coisa e o Ash aproveita o vacilo do líder de ginásio pra atacar, aí nessa hora aparecem a Equipe Rocket pra roubarem os Pokémons, mas aí o Ash expulsa eles dali com o Pikachu, e o líder de ginásio que ele está enfrentando fica agradecido e dá uma insígnia para ele, é mais ou menos assim o resumo da maioria dos episódios.  

Essa falta de profundidade/diversidade no roteiro me irritou um pouco, mas então eu percebi que Pokémon nunca foi um desenho que se levava a sério, sempre haviam várias brincadeiras, o que talvez perdoasse o fato do roteiro não ser complexo, dentre elas, um episódio que o Ash vai lutar no ginásio dos pokémons elétricos e o Pikachu toma uma surra do Raichu do líder, então o Pikachu fala que não quer evoluir, quer ganhar pelos outros Pikachus, então a Equipe Rocket começa a torcer por eles, e no fim do episódio, o Meowth diz "perdemos o episódio inteiro torcendo para os mocinhos". Também eu acho que o universo de Pokémon já é complicado demais para ter episódios mais complexos, tipo, tem mais de 150 Pokémons, então talvez toda a complexidade do desenho devia estar ali, e tá tudo bem.  

Eu diria que a versão desenho de Pokémon é aquela adaptação de um livro que é meio mal feita, mas todo mundo gosta, claro que Pokémon é e sempre será um ótimo desenho, mas não te ensina muito sobre o universo dos monstros de bolso, eles até falam sobre vantagem de tipo de Pokémon e de níveis, mas na maioria das vezes fazem algo abstrato, tipo certos Pokémons evoluírem no meio da luta, por isso digo que se você quer apresentar um amigo a Pokémon, você deve mostrar o anime, mas acima de tudo, mostrar os jogos de gameboy. Antigamente eu daria 10/10 pra o desenho, mas com o passar do tempo, a nota caiu pra 8/10, mesmo assim, Pokémon é um dos animes mais legais pra mim. 

domingo, 18 de março de 2018

10 anos atrás: A estréia do CQC

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10 anos atrás, numa segunda feira, dia 17 de março de 2008, estreava no horário nobre da Band o programa Custe o que Custar, o programa que na época era visto como uma aposta promissora para tornar a Band a emissora cult da TV aberta, mas acabou conquistando muito mais: O programa lançou tendências, humoristas consagrados, ressurgiu a carreira de Marcelo Tas e além disso, teve um grande impacto na internet e no jornalismo, principalmente na forma de cobrir política.  

No começo, o programa foi tímido de audiência, mas era aclamado pela crítica e logo as pessoas começaram a abraçar o programa também, especialmente por causa matérias chocantes e inovadoras para a época, como o Teste de Honestidade, Proteste Já, as matérias em Brasília, e claro, o segmento Top Five (o que foi o verdadeiro catalisador do programa) em que os apresentadores brincavam com 5 momentos bizarros que haviam acontecido nos programas de TV naquela semana, era um tipo de brincadeira com metalinguagem que era totalmente diferente do que era oferecido na época por programas como o Pânico (que era infantil e agressivo) e o Casseta (que só brincava com os programas da Globo), era algo refinado e inteligente, e quebrava vários padrões por brincar com gente de outra emissora dessa forma.   

Pra mim, o programa era maravilhoso porque basicamente me apresentou a grandes humoristas (Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Oscar Filho, Maurício Meirelles e outros) e ao mundo do stand up, mas além disso, o programa fez críticas importantes, como mostrar que o autoritarismo e falta de vergonha andam lado a lado com os políticos, além de mostrar como a população contribui para que esses políticos sejam corruptos também, passando a ideia de que não somos muito melhores do que esses caras de terno em Brasília que xingamos todo dia enquanto assistimos o Jornal Nacional.  

Infelizmente nos últimos anos, o programa perdeu essa identidade de anarquistas que tinham, sejam por proibições dos políticos, da própria emissora, ou das inúmeras baixas no elenco, o programa acabou morrendo de uma forma chocha e triste em 2015, mas a Band prometeu trazê-lo de volta, mas com a crise econômica que a Band passa, é bem provável, mas ainda me faz imaginar: Será que o programa daria certo com toda essa crise política de 2016 até agora?

segunda-feira, 12 de março de 2018

LISTAS BRUTAIS: Os cinco melhores casais de How I Met Your Mother

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How I Met Your Mother é uma sitcom americana que conta a história de Ted e seus quatro amigos que vivem em Nova Iorque enfrentando os problemas da vida, como os profissionais e até os amorosos. Durou de 2005 até 2014, recebendo de muitos a alcunha de "Friends dos anos 2000" (mesmo que as duas séries sejam bem diferentes).        

How I Met Your Mother é uma série bem interessante e tem personagens e momentos apaixonantes, que muitas vezes te fazem pensar de verdade, pois podem ser ótimas lições de vida. Além de tudo isso, a série mesmo depois de 13 anos que entrou no ar ainda causa várias discussões entre os fãs por determinados motivos, inclusive o final (que eu também falei sobre) então, meu objetivo é jogar mais lenha na fogueira, mas dessa vez, falando sobre os melhores casais da série (e olha que foram muitos).   

5- Ted e Victória  

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Pra muitos fãs, a Victória foi muito subestimada na série, ela e o Ted eram ótimos juntos e há quem diga que ela que deveria ser a mulher que o Shmosby devia ter casado e construído família, mas eu simplesmente não vejo assim, quer dizer, claro que eles eram ótimos, mas haviam dois problemas aqui: Não havia muita química (pelo menos não quanto ele tinha com a Robin) e o timing não era certo (Ela havia recebido uma proposta de trabalho para a Alemanha).   

Podemos dizer que Ted e Victória são o equivalente ao Ross e a Emily em Friends: As coisas aconteceram muito rápido, mas Ross não estava pronto pra esquecer Rachel (por isso disse o nome dela no altar) e mesmo quando eles tentaram de novo, Emily queria que Ross se distanciasse de Rachel (assim como Victória tentou fazer com a Robin) e falando em Robin...  

4- Ted e Robin  

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O casal principal da série, a história dos dois começou no primeiro episódio e só terminou no último, e por essa lógica, até faria sentido colocar os dois em primeiro lugar, mas realmente não tem como.   
Mesmo que eu tenha gostado deles juntos no final, no decorrer da série eles não tinham muitas chances de terminar juntos, já que queriam coisas diferentes de suas vidas, Ted queria relaxar, achar a alma gêmea e ter uma família, já Robin não queria nada disso, ela procurava focar em sua carreira, sem casamento ou filhos segurando ela pra trás (nas palavras dela) era tipo como se a chapeuzinho vermelho e o lobo mal tentassem namorar, mesmo que a tensão sexual existisse, eles não podiam deixar de lado suas diferenças, tanto que sempre que eles avançavam o compromisso, a Robin recusava o Ted, o que fez com que ela ganhasse essa fama de mulher amarga e fria.   

E tudo bem, as pessoas mudam, como os dois mudaram depois que eles voltaram definitivamente em 2030, e mesmo que eu saiba que as coisas não aconteceram desse jeito, a série deu a entender que a Robin só aceitou o Ted de volta porque não tinha nada melhor pra ela, o que reforça a ideia de que ela não correspondia totalmente o sentimento.   

3- Barney e Robin  

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Esse é o exemplo perfeito de quando dois amigos resolvem namorar, e a química entre os dois sempre existiu, desde a primeira temporada (no episódio que eles saem juntos) dá pra ver que a dinâmica entre eles é muito boa.     

Essa união foi construída da terceira temporada até o fim da série, e trouxe vários bons momentos, mas além das cenas românticas/divertidas/tristes que o romance proporcionou, eu diria que a melhor coisa que veio disso foi que serviu para dar mais profundidade aos dois personagens, especialmente para o Barney, que sempre era o garanhão, o moleque neutro que não amava nenhuma mulher, mas agora estava indo contra tudo o que sempre acreditou, mesmo ele tentando evitar de diversas formas.   

Muita gente diz que a última cantada do Barney foi uma cartada de gênio e não sei o que, etc, mas eu não gostei tanto da forma que eles ficaram juntos na oitava temporada, porque isso é um tipo de coisa que jamais aconteceria na vida real, e se algo chegasse perto disso na vida real, pode ter certeza que os resultados poderiam ser bem trágicos, já que a Robin estava a beira de um ataque de nervos, se fosse com outra pessoa, pode ter certeza que ela ia ou tentar matar a Patrice ou até mesmo ela mesma, então o plano de Barney foi muito inconsequente, já que ele não pensou em como a cabeça da Robin ia ficar com tudo isso.   

2- Marshall e Lily    

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Esses dois são aquele casal que todo mundo sonha em ser, são as duas pessoas que fazem você acreditar e sonhar com o amor, e sim, no decorrer da série, eles são sem dúvida o melhor casal (mas no universo da série existe um melhor).    

Eles tem a história de amor mais romântica e ao mesmo tempo utópica da série, já que se conheceram com uns 18 anos de idade e ficaram juntos pra sempre, o que é bem improvável se você pensar (já que nessa época, muita gente não sabe nem escolher uma roupa, quiçá um parceiro de vida) e mesmo assim eles se completam, como ovo mexido e farinha.   

É claro que eles tiveram suas brigas/separações (como na vez que a Lily cometeu o vacilo de abandonar o Marshall e ir pra São Francisco) mas eles sempre davam o seu jeito de driblar esses problemas para fazer seus sentimentos vencerem no final.        

E agora, o momento que vocês esperavam: É hora de revelar o melhor casal da história da série. Eles se completam e nem mesmo Marshall/Lily podem superá-los. Sem mais delongas, irei anunciar o vencedor. E o vencedor é: RANJIT E LILY. (confete caindo do céu enquanto a galera vibra)     

Agora é sério... 

1- Ted e Tracy 

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Como eu disse, Marshall e Lily são o melhor casal no decorrer do tempo que a série ficou no ar (2005-2014) mas no tempo que a história se passou (2005-2030) o título é desse casal, que pra mim é o mais fofo e o mais real de todos, eles amaram diversas vezes, até que finalmente o destino juntou os dois, que são basicamente a mesma pessoa.    

Você pode afirmar que não tivemos muito tempo para conhecer a Tracy e ver como a vida dos dois vai ser juntos, mas as partes que vimos foram bem tocantes, o que me deixa mais triste em pensar que a nona temporada foi feita naquele formato, ao invés de contar a história desses dois que eram tão especiais juntos, realmente uma tristeza.     

E por falar em tristeza, eu sei que ela morrer e o Ted voltar pra Robin no fim pode não parecer a melhor ideia do mundo, mas nós temos que pensar que o Mosby levou seis anos para seguir em frente, então dizer que ele não amava a Tracy de verdade é uma loucura das grandes.    

E por hoje é isso, se você quer me ver falando de outras séries, deixa suas sugestões nos comentários, e até a próxima!

 

quarta-feira, 7 de março de 2018

5 coisas que eu amo sobre o GTA IV

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GTA IV é um dos meus GTA's favoritos por várias diferentes razões, seja pelos gráficos, a jogabilidade realista (mesmo que isso irrite algumas pessoas) ou a narrativa da história, tudo isso torna esse jogo especial, e como daqui há um mês o GTA IV completa 10 anos de lançamento, eu resolvi fazer uma lista das coisas que eu adoro sobre esse jogo, então aí vai:   

5- O fato de você morrer e não perder as armas    

 

Imagine a cena: Você está se armando como pode, gastando todo o dinheiro sofrido do Niko em armas para se tornar o estado islâmico de um homem só, mas aí por um tiro certeiro do destino (ou de um helicóptero da polícia, que seja) você acaba sendo exterminado da face da Terra, então você pensa "eu vou perder todas as minhas armas" certo? Mas no GTA IV isso não acontece.   

Isso mesmo, mesmo com você morrendo, você pode manter as armas, o que até então não havia sido visto num GTA, também agora quando você morrer pela primeira vez você não vai ficar congelado num tutorial que você viu umas 50 vezes nos outros jogos, ele vai passar no canto superior esquerdo da tela, informando como as coisas nos hospitais funcionam no game, e por falar em hospitais...   

4- Você pode entrar no hospital e matar tudo que respire  

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Vamos e convenhamos, o legal do GTA é a liberdade para brutalizar o quanto quiser das maneiras mais desumanas possíveis, e qual é a maneira mais desumana do que atacar um hospital? Em Brooker (primeira parte do jogo) você pode entrar no hospital normalmente e destruir todo mundo que você quiser, mas se você quiser fazer direito, você coloca um carro bloqueando a porta do hospital para evitar a entrada da polícia e vai matando todos os pacientes que spawnarem ali (ou até as balas acabarem e tiver uns 500kg de polícia na porta).   

3- As missões com gente aleatória na rua


Podemos dizer que isso aqui foi o protótipo para os "Estranhos e Doidos" do GTA V, mas aqui as coisas são mais fáceis e menos irritantes, são simples missões que podem ser simplesmente falar com um cheirador rico que vai te dar $100,00 temers, ou matar traficantes com o Badman (amigo/segurança do Little Jacob).   


2- As missões com escolha múltipla

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Outra coisa que o GTA V reciclou do GTA IV foi as missões de escolha múltipla, com caminhos diferentes para ser seguidos, mas enquanto o GTA V se resumiu aos golpes e a missão final, o IV tem uma porrada de missões assim.   
Essas missões revelam diferentes cutscenes e diferentes diálogos/ligações ao telefone, o que é uma coisa muito boa de se ter, já que a experiência na gameplay nunca vai ser a mesma, você teria que zerar o jogo uma três, quatro vezes pras coisas virarem uma decoreba e uma experiência familiar.   

1- A profundidade do Niko Bellic  


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Niko Bellic passa a aparência de ser um homem frio, malvado, calculista, sem misericórdia, quase um robô, mas na verdade ele é um sujeito triste, porque ele não queria ser assim, o que aconteceu é que ele viu/viveu tanta coisa horrível e todas essas lembranças ruins o perseguem, deixando um peso incurável em sua consciência.    

Ele também tem uma visão bem crítica sobre a vida na América, ele sempre é a parte realista na relação dele com o Roman, que por mais que ele só leve porrada nessa "vida perfeita", ele continua acreditando que a vida dele vai dar uma virada e eles vão ter uma vida de barão na "terra da oportunidade", mas Niko nunca acreditou nisso, e sempre fez críticas plausíveis sobre a América/Capitalismo.